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Mais uma bibliotecária brasileira participou do programa da IFLA/OCLC

Disseminar informação, gerar conhecimento, sistematizar aprendizados, são apenas alguns objetivos que permeiam a vida dos bibliotecários e das pessoas comprometidas com a área de informação, de um modo geral. Sobretudo, quando percebemos que mesmo com todas as adversidades é possível reverter o quadro de desigualdades sociais. Precisamos crer neste ideal e fazermos algo, fazermos a diferença.

Para isto, tão importante quanto a base teórica é o aprendizado compartilhado: o que já foi feito e deu certo - ou errado - trocar experiências, informações, cooperar com o trabalho do outro e assim aprimorarmos tanto profissionalmente, como na eliminação de estereótipos que bibliotecários já sofreram e ainda sofrem.

A oportunidade de aprendizado é fascinante, mas além do ambiente acadêmico, da prática profissional, dos estágios e trabalhos voluntários, desconhecia outra forma de trocar experiências e aprender mais com a experiência multicultural, embora, com merecido reconhecimento, as listas de discussão e blogs de nossa área têm eliminado muitas das barreiras de espaço e tempo.

Assim, soube quase por acaso do programa IFLA/OCLC Early Career Development Fellowship anunciado num jornal impresso do CRB8. Estava a caminho do trabalho e,
com a ajuda de um literal empurrão num metrô lotado da Zona Leste de São Paulo, notei aquela divulgação em letras minúsculas.

Mal terminei de ler e senti uma palpitação: percebi a grande oportunidade de ampliar conhecimentos, já que o programa proporciona a discussão e aprendizado
nos temas relacionados à tecnologia da informação e seus impactos nas bibliotecas, gerenciamento de conteúdo digital, operação e gerenciamento de unidades de informação e cooperação global.

Além da troca de experiências com colegas de outros quatro países em desenvolvimento e, no último ano, além do Brasil, houve bibliotecários dos seguintes países: Philipinas, Sérvia, Jamaica e Gana. Houve ainda um grande aprendizado proporcionado por um bibliotecário de Ruanda, entre outros profissionais de diversas origens que encontramos.

O programa é patrocinado pela IFLA - International Federation of Library Associations and Institutions, OCLC - Online Computer Library Center e ATLA - American Theological Library Association, três grandes instituições internacionais nas áreas de Biblioteconomia, Tecnologia da Informação e Ciência da Informação.

Ao pesquisar no site da OCLC para obter mais informações sobre o programa e inscrição, verifiquei que uma brasileira já havia sido selecionada, Janete Saldanha Bach Estevão, da Fundação Boticário e, por este motivo, não imaginava que seria selecionada no ano seguinte, ainda mais por serem apenas cinco vagas para bibliotecários com até cinco anos de formação em países em desenvolvimento. De fato, eu estava enganada, na verdade? uma porta foi aberta? e encontrei na Janete todo o apoio e incentivo para participar deste programa, além de compartilharmos alguns projetos.

Como a Janete relatou neste blog em 20 de março de 2007, além de encaminhar a inscrição e um texto contendo o motivo pelo qual o candidato deseja participar do programa, também são necessárias três cartas de recomendações provenientes de diferentes instituições que afirmem o comprometimento do candidato em transferir aprendizados e contínuo crescimento profissional.

Trabalho na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, sei que é utópico o desejo de mudar o mundo, mas não posso deixar o desejo de pelo menos fazer a diferença ao trabalho dos técnicos, estudantes e pesquisadores que diariamente consultam o nosso acervo.

No final de 2007 participei da III Semana de Biblioteconomia da ECA/USP, onde houve a oportunidade de compartilhar um pouco do que vi, aprendi e algumas fotos. A palestra foi gravada, entre outras atividades do evento e está disponível no site <http://semanabiblio.googlepages.com/>

Obrigada pela oportunidade de compartilhar estas informações e espero que possam ser úteis também aos amigos deste blog.

Forte abraço,
Elisangela Alves Silva
Bibliotecária
São Paulo - SP
www.fundabrinq.org.br/biblioteca

Mais…

http://www.ifla.org/

http://filipinolibrarian.blogspot.com/2007/12/what-have-i-learned-as-iflaoclc-fellow.html

http://www.ndc.uff.br/portaldereferencia/noticias.asp?cod=783

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Créditos:
Post original Wikipédia, a enciclopédia livre
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM - Idéias que Atravessam Fronteiras
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Esta é uma lista de bibliotecários ou de pessoas que têm cargo de bibliotecário na prática e são famosos, ou pessoas que contribuíram para a profissão em algum outro campo.

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Ranganathan

Shiyali Ramamrita Ranganathan foi um matemático e bibliotecário indiano, nascido no dia 9 de agosto 1892, na vila rural de Shiyali. Sua principal contribuição ao campo da ciência da biblioteca é o desenvolvimento do primeiro sistema de classificação analítico-sintético, a classificação dos dois pontos. É considerado o pai da ciência da biblioteca na India. Veio de família da classe média da India Britânica. Começou sua vida profissional como um matemático. Obteve os graus de B.A. e M.A. em matemática na faculdade cristã de Madras, em sua província.

Seu objetivo era ensinar a matemática, e como professor publicou uma série de artigos, a maioria sobre a história da matemática. Porém, sua carreira como educador esbarrou em seu problema de gaguejar (uma dificuldade que ele superou gradualmente em sua vida profissional). Muitos diziam que ele era viciado por trabalho (workaholic). Durante duas décadas em Madras, trabalhou por longo tempo 13 horas por dia, sete dias por semana, sem tirar férias. Embora casando em novembro 1928, retornou para trabalhar à tarde depois da cerimônia. Teve somente um filho com sua esposa, Sarana.

Os anos de trabalho em Madras foram dedicados à administração e classificação de bibliotecas. Durante este período que produziu suas cinco leis da ciência da biblioteca (1931) e do sistema de classificação dos dois pontos (1933).

As cinco leis são a semente de toda a prática de Ranganathan:
* Os livros são para serem usados.
* Para cada leitor o seu livro
* Para cada livro o seu leitor
* Poupe o tempo do leitor
* A biblioteca é um organismo crescente

As leis parecerem simples na primeira leitura, mas sumarizam muito do que a comunidade informação ainda acredita. Ranganathan viu estas leis como a lente através da qual os especialistas podem decidir o seu fazer e ajustar atividades permanecendo focalizado no usuário.

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Créditos:
Post original Débora Miranda
Blog G1 (BR)
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM - Idéias que Atravessam Fronteiras
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Alguns milhões de livros vendidos depois, chega ao Brasil nesta sexta-feira (1 8) a adaptação cinematográfica de “O caçador de pipas”, best-seller do autor afegão Khaled Hosseini.

Lançado em 2003, ou seja, apenas dois anos depois dos atentados de 11 de setembro e da invasão dos Estados Unidos no Afeganistão, o livro surgiu do nada e não precisou de muito tempo para entrar na lista dos mais vendidos.
A jornada de “O caçador de pipas” começa nos anos 70, em um Afeganistão bem diferente do de hoje.
Amir (quando jovem interpretado por Zekiria Ebrahimi e, quando adulto, vivido por Khalid Abdalla) é um menino tímido, que gosta de escrever histórias e foge de encrencas. Seu melhor –e único- amigo é Hassan (Ahmad Khan Mahmoodzada), filho do empregado de seu pai, que o protege e dedica a ele idolatria total.

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O passatempo preferido da dupla é empinar pipas, e Hassan tem um dom especial para encontrá-las, quando cortadas, antes das outras crianças. Enquanto uma dúzia de garotos correm pelas ruas de Cabul seguindo as pipas coloridas, Hassan já sabe exatamente onde cada uma delas cairá. E lá aguarda, confiante.
Mas é justamente em um torneio de pipas que a amizade dos dois toma um rumo diferente. Hassan vai sozinho atrás de uma pipa e acaba sendo encurralado por meninos que, por preconceito com sua etnia, o violentam. Amir assiste a tudo, escondido e com medo de intervir. Só que, mais tarde, passa a ser torturado pela culpa e o arrependimento, e não tolera mais a presença do amigo.
Os dois se afastam, magoados, mas têm de enfrentar problemas mais graves quando a União Soviética invade o Afeganistão e, depois, quando o Talebã domina o país. Amir e seu pai são obrigados a fugir do país e a reconstruir a vida como refugiados nos Estados Unidos. Lá, Amir vira adulto, faz faculdade e se apaixona. Mas a vida, que parecia ter ficado na calmaria, muda novamente de rumos, e ele terá de voltar a Cabul para encarar seu passado.

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Créditos:
Post original Renato Pacca
Blog Traduzindo o juridiquês (BR)
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM - Idéias que Atravessam Fronteiras
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O Segundo Caderno de O GLOBO publicou uma entrevista com o professor Muniz Sodré, presidente da Biblioteca Nacional.

Perguntado sobre a evolução do direito autoral, saiu-se com esta: “O Gil está particularmente interessado nessa questão. Como presidente da Biblioteca, tenho de defender o copyright e os direitos, mas, pessoalmente, acho que isso acabou”.
A Biblioteca Nacional é a responsável no Brasil pelo ISBN - International Standard Book Number, um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros. Mantém ainda em funcionamento, desde 1898, o Escritório de Direitos Autorais, com a missão de registrar as obras intelectuais e dar aos autores segurança quanto ao direito sobre sua obra, nos termos da legislação autoral, legislação essa que o professor particularmente acha que acabou.
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Créditos:
Post original BJR
Blog www.uncovering.org (PT)
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM - Idéias que Atravessam Fronteiras
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Quando encontramos formas de representar e apresentar a informação, seja ela qual for, temos também a responsabilidade de transmitir uma mensagem que seja clara, objetiva e eficiente. Começam já a surgir diversas propostas de representação, sendo algumas delas incrivelmente sofisticadas e… belas. Na continuidade do artigo Métodos de visualização de informação - #1, ficam mais algumas propostas.
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Créditos:
Post original BJR
Blog www.uncovering.org (PT)
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM - Idéias que Atravessam Fronteiras

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Com o crescente número computadores por toda a Internet, cada vez mais interligados e com facilidades de mistura de dados através da vulgarização dos micro formatos, a informação sofre cada vez mais mutações, ganhando detalhe e profundidade à medida que o tempo passa. Assim, é cada vez mais urgente encontrar formas criativas de organizar e representar grandes volumes de informação, uma vez que esta somente será válida e útil se encontrarmos uma forma simples de a representar.

Quando queremos apresentar resultados pensamos numa tabela, histograma ou mesmo um gráfico de barras que, à primeira vista, poderá parecer suficiente. Mas se quisermos misturar números, pessoas, notícias, tendências, websites e mesmo interligações e largura de banda, a tarefa aparentemente simples poderá transformar-se num colossal desafio à imaginação. Os contornos deste exercício assumem os princípios da criação artística, o resultado pode ser bonito, elegante e fascinante.

No entanto, quando encontramos forma de representar e apresentar a informação, seja ela qual for, temos também a responsabilidade de transmitir uma mensagem cara, objetiva e eficiente.
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Créditos:
Post original Tiago Murakami
Blog www.bsf.org.br
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM - Idéias que Atravessam Fronteiras 

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No Guia de Estilo para redação de trabalhos acadêmicos da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos reconheceu os blogs como fonte de informação e criou um padrão para citação de textos em blogs. Bem…elaborei meu próprio estilo de citação (acima).

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Créditos:
Post original
André Gazola
Blog www.lendo.org
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM - Idéias que Atravessam Fronteiras
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Daqui há alguns dias iniciam-se as inscrições para o processo seletivo 1/2008 do PROUNI, o Programa Universidade Para Todos

Para quem fez e tirou uma boa nota no ENEM (mínimo de 45), essa é a chance de conseguir uma ajuda para entrar na faculdade. Mesmo quem já está cursando o nível superior, como eu, pode tentar conseguir a bolsa, basta ter feito o ENEM desse ano.

Porém, uma das maiores dificuldades e maiores motivos de perda dessa chance, é o problema de não conseguir os documentos necessários para comprovar a renda familiar.

Para as bolsas integrais, o PROUNI exige uma renda de, no máximo R$570,00 por pessoa e para as bolsas parciais, a renda deve ser de R$1140,00.

Só que minha gente, tudo isso precisa ser comprovado!

Vamos listar os documentos e descobrir onde podemos consegui-los. Mas antes disso, lembre-se: você precisa dos originais E das fotocópias (xerox) desses documentos.

  1. Carteira de identidade e CPF do candidato (duas cópias): Bem, esses são simples, não vá me dizer que você, com 17 anos, ainda não tem CPF ou identidade. Caso você viva no meio do mato e, apesar disso tenha acesso à internet para estar lendo esse texto, procure uma agência dos correios para fazer seu CPF. Lá eles também podem lhe indicar o melhor lugar para fazer sua carteira de identidade.
  2. Carteira de identidade dos demais membros do grupo familiar, podendo ser apresentada certidão de nascimento no caso dos menores de 18 anos. Simples também. Caso alguém da sua família não tiver os documentos, procure uma agência dos correios, como no item acima.
    (more…)

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Outro dia publicamos um post sobre a a ligação da música “amor pra recomeçar” do Frejat (vocalista do Barão Vermelho) e a poesia “Desejos” , do Francês Victor Hugo. Depois recebemos um comentário interessante de uma leitora (Licka! muito obrigado :) que nos alertava sobre a possibilidade desta poesia ser de um jornalista gaúcho chamado Sérgio Jockymann. A poesia escrita por Jockymann chama-se “Os votos”  e existe uma confusão que rola em torno da autoria destes versos. Leia o post original que gerou esta segunda publicação:
http://dadosemcomum.wordpress.com/2007/08/12/victor-hugo-para-iniciantes/

Quem souber mais informações sobre este “rolo”, por favor deixe um comentário.

Olá, pessoas!

É minha primeira vez aqui. Estamos nos ambientando.

Segue um vídeo bacana sobre Web 2.0 e XML. Não consegui “upar” o vídeo, por isso vai o link.

A Web somos nós

O argumento é em favor da Web social. É um caminho sem volta, é nosso futuro, é nosso presente. Pensa aí num catálogo de biblioteca em que os usuários podem sugerir tags para cada livro. Seria fenomenal, não?!

Tutorial para ver o vídeo.

Para quem não conhece, DotSub é um serviço de adição de legendas ao seu vídeo. É colaborativo, via de regra. Junto à barra de rolagem do player, há duas setinhas que possibilitam a escolha do idioma da legenda. Sugiro uma visitinha a DotSub.

Era isso. Abraço cordial, direto do Distrito Federal.

Caminhando nas ruas de Macau me deparei com o an”uncio do show da Marisa Monte. Macau foi uma colônia Portuguesa aqui na China, mas agora voltou a pertencer a nação original. O que sobrou do tempo dos portuguêses é a infinidade de placas em Chinês e Português espalhadas pelo território. Se vê muito poucos habitantes que falem português, mas ligando a TV no hotel se encontra um canal com programação em nossa lingua. É sempre interessante encontral algo lembrando nossa terra natal aqui tão longe do Brasil.

MarisaMonteEmMacau

Preservação digital

Livro sobre preservação digital é disponibilizado no site da Universidade do Minho.  Teve sua origem na tese de doutoramento do pesquisador Miguel Ferreira: “Introdução à Preservação Digital - Conceitos, estratégias e actuais consensos” .

https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/5820/1/livro.pdf

Caetano Veloso - LIVRO
Gravado na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro.

 

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Para os amantes das artes em geral:

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Concedo-lhes agora a chave para abrir a porta deste maravilhoso salão e conhecer os segredos deste inebriante blog hahahahahahahaha
Para quem gosta de imagens é só entrar, se acomodar e se divertir.
Para os colegas e colegos mais interessados em pesquisas, folksonomias, thesaurus, métodos de organização da informação, arquitetura da informação e afins, analisem bem esta página! Tem pra todo mundo hehehehehehehehe
Ah! ESTE NÃO É UM BLOG DE PORNOGRAFIA!
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(recado para quem não gosta de pornografia, é claro! :)

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Olá colegas e colegos!
Cara, não sei dizer se esta notícia é verdadeira, mesmo assim, resolvi divulgá-la. Pelo sim pelo não… para quem não conhece, vale a pena visitar esta maravilhosa BIBLIOTECA DIGITAL, ok?
Se alguém tiver mais alguma informação sobre o assunto, deixe um comentário

Pedro Anizio

>Vale a pena, ler bons livros!!! Vale a pena ajudarmos nossos filhos a conhecerem a cultura brasileira
>Se ninguém usar, o Governo Brasileiro vai tirar do ar!!!!
>Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre :) mas que está
>prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você
ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ; escutar músicas em MP3 de alta qualidade; ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia;· ter acesso aos vídeos a TV ESCOLA e muito mais!

>O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:
> www.dominiopublico.gov.br Só de literatura portuguesa são 732 obras!
>Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por
>desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter
>esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a
>utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto
>pela leitura. Divulgue para o máximo de pessoas!

DOMÍNIO PÚBLICO

Para quem acha (ou tem certeza) que a parte mais importante do processo de tecnologia da Informação é o usuário, leia aqui as idéias de um cara muito gente fina chamado Thomas Davenport.

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“Este trabalho faz-nos lembrar a história recente da biblioteconomia brasileira, quando a dis-
cussão girava em torno do futuro da profissão e o papel do bibliotecário diante das inovações
tecnológicas e das conseqüentes mudanças que dviriam com a sociedade saindo da fase da in-
dustrialização para entrar na era da informação. Falar em mudanças tecnológicas e o que
estas têm provocado na vida diária do cidadão a estrutura e comportamentos organizacionais
é hoje lugar-comum. Presenciamos grandes investimentos em istemas de informação, aquisição de bases de
dados desenvolvidas no exterior e disponiblizadas o Brasil, desenvolvimentos de bases de dados
locais etc…” QUER LER O TEXTO COMPLETO?
FAÇA DOWNLOAD DO ARQUIVO EM FORMATO PDF ecoinfo.pdf

ATENÇÃO AMIGUINHOS:

Antes de pedir desesperadamente o nº de inscrição do ENEM, leiam este post cuidadosamente….
Meu, clique no link lá embaixo, se você não conseguir obter seus dados no endereço do link, pode ter certeza de uma coisa:
Seus dados foram cadastrados incorretamente…
ou faltou uma letra do seu nome, ou tem letras demais. Exemplo:

Se seu nome é Kelly e vc não conseguiu se achar, tente digitar Kely, Kelli, Keli e assim vai…em último caso, tem o fone do fala Brasil…

Espero ter ajudado :)

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Muitos leitores que acessam o DADOS EM COMUM tem perguntado como conseguir o número de inscrição do ENEM, caso tenham esquecido/perdido o mesmo.
Tentem este endereço aqui ó:

http://sistemasenem.inep.gov.br/boletim/

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Caso não encontre seu número de inscrição, ligue para:
Fala Brasil
-
0800 721 6161 opção 4, depois 9

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livro enquanto estiver dentro de um ônibus e passe do ponto

Esta idéia muito louca se transformou em realidade na cidade australiana de Brisbane. Enquanto o passageiro se locomove de um ponto ao outro da cidade, a companhia de ônibus disponibiliza livros. Aqui no Brasil…sei não…principalmente aqui em São Paulo. Busão lotado, batedor de carteiras, atrasos constantes, sei não… Quando eu crescer vou morar em um lugar assim!
Pedro Anizio


FONTE : Blog sandeepmakam

Uma das coisas que se sente falta aqui na China é algum lugar público, uma praça, um parque, onde alguém possa estar sozinho com seus pensamentos. Um lugar onde se possa caminhar sem estar sempre esbarrando em alguém. Mas com a população gigante que existe aqui, isto é muito difícil. Tudo é sempre público. Todos os lugares estão sempre com muita gente. E tem que se aprender a conviver com isto.

ChinaStreetScene

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